Peacock aprovou série live-action de Velozes e Furiosos em 2028, com Vin Diesel como produtor executivo. A atração vai aprofundar personagens e detalhar preparação de motores, customização e rachas.
A franquia Velozes e Furiosos fará a transição das salas de cinema para as plataformas de streaming com uma série de televisão live-action prevista para estrear em 2028. A produção recebeu sinal verde do serviço Peacock, braço televisivo da NBCUniversal, e terá Vin Diesel creditado como produtor executivo. A notícia foi publicada em 05/10/2026.
O desenvolvimento da série será orientado para oferecer maior aprofundamento na história dos personagens e no cenário do automobilismo clandestino, com foco técnico em preparação de motores, customização e cultura dos rachas noturnos. A aprovação do projeto ocorrerá após uma reestruturação interna da Universal Studios que unificou o comando das divisões de cinema e televisão, com o objetivo de manter controle sobre o apelo comercial global e as características mecânicas do universo criado há 25 anos.
A migração do formato cinematográfico para a televisão será apresentada como uma manobra de mercado para capitalizar uma marca que já faturou mais de US$ 7 bilhões, cerca de R$ 38,5 bilhões, nas bilheterias mundiais. O formato em capítulos permitirá diluir os custos de produção em comparação com os orçamentos típicos dos longas, além de abrir espaço para retomar a essência voltada aos carros, à preparação automotiva e à sonoridade dos sistemas de escape.
A execução da série ficará a cargo da Universal Television. Os produtores Mike Daniels, conhecido por trabalhos em séries com tensões de grupo e ação, e Wolfe Coleman, com experiência em dramas policiais, serão responsáveis por decisões criativas importantes. A proposta da equipe será traduzir o ritmo e as reações físicas da condução em alta velocidade para o formato episódico, visando manter verossimilhança técnica nos procedimentos de oficina, montagem de powertrains e cenas de direção.
Além da série principal, o cronograma de lançamentos não se limitará a um único título: o cenário automotivo da franquia abrigará mais três produções derivadas simultâneas, cada uma estruturada por equipes distintas e roteiristas vindos de gêneros como policial, fantasia e suspense. Para entusiastas, as quatro produções em desenvolvimento indicarão que a cultura do tuning, os projetos de customização e o som dos escapamentos continuarão presentes nas telas na próxima década.
Imagens e referências históricas da franquia também estarão presentes como elementos de narrativa técnica, retomando iconografia como o Toyota Supra 1995 nitrado e o Charger 1970 preparado, usados nas primeiras iterações da marca para ilustrar a relação entre personagem e máquina.







