Verstappen atinge 212 presenças no Q3 desde a implantação do formato atual
O atual sistema de classificação da Fórmula 1, que divide a tomada de tempo em Q1, Q2 e Q3, passou a vigorar em 2006. Antes desse período, entre 2003 e 2005, a definição do grid era feita por voltas únicas realizadas individualmente na pista.
Dentro desse modelo vigente desde 2006, o piloto Max Verstappen alcançou a marca de 212 aparições no Q3. Esse número refere-se às vezes em que o piloto avançou até a fase final da sessão classificatória, destinada a determinar as primeiras posições de largada.
A contagem de participações no Q3 é um indicador de consistência durante as sessões de classificação, já que exige que o competidor esteja entre os mais rápidos nas etapas iniciais (Q1 e Q2) para avançar. A marca de Verstappen, portanto, chama atenção pelo volume de vezes em que o holandês chegou à fase decisiva da tomada de tempos desde que o formato passou a ser utilizado.
Com a alteração do sistema de classificação implementada em 2006 e o intervalo anterior com voltas únicas entre 2003 e 2005, torna-se relevante comparar o desempenho dos pilotos apenas dentro do período em que o Q1/Q2/Q3 foi adotado, para que as estatísticas sejam equivalentes.
A menção às 212 aparições de Verstappen no Q3 também suscita a pergunta sobre a posição relativa de outros pilotos nesse mesmo recorte temporal, uma vez que o número por si só revela a frequência com que o piloto chegou à fase final das sessões classificatórias desde a implementação do formato atual.
Os dados sobre o número de participações no Q3 por piloto, e a comparação entre eles, devem ser avaliados considerando apenas o período em que o sistema de classificação em três fases esteve em vigor, ou seja, a partir de 2006.
O levantamento sobre Verstappen e o contexto histórico do formato de classificação evidencia a relevância das estatísticas de Q3 para medir desempenho em tomadas de tempo.
Fonte: MotorSport





