Isack Hadjar despencou do 6º ao 14º lugar na primeira volta do GP da Catalunha e voltou a criticar o sistema de largada da Red Bull. O francês afirma que o processo exige precisão além do humano.
Isack Hadjar expressou sua insatisfação com o sistema de largada da Red Bull, enfatizando que não é uma máquina e que o processo exige extrema precisão para uma boa partida. O piloto francês, que teve um desempenho decepcionante no GP da Catalunha, onde caiu do sexto para o 14º lugar na primeira volta, reiterou suas preocupações sobre as dificuldades enfrentadas pela equipe nesta temporada.
Laurent Mekies, chefe da Red Bull, comentou sobre a situação, explicando que a equipe está passando por um processo de aprendizado, já que este é o primeiro ano em que trabalham com seu próprio motor em parceria com a Ford. Mekies destacou que as dificuldades com as largadas estão ligadas ao desafio de encontrar a janela de operação ideal da nova unidade de potência.
No último fim de semana, Hadjar enfrentou uma largada desastrosa, o que comprovou que a Red Bull ainda lida com problemas persistentes desde o início da temporada. “Foi um pesadelo”, declarou o piloto, ressaltando que essa foi a pior largada entre os seis treinos realizados durante o fim de semana. O carro, segundo Hadjar, apresentou falhas, parando duas vezes na corrida, algo que não havia acontecido antes na temporada.
“Não sou um computador, não sou uma máquina, não consigo ter uma precisão de 0,0001%. Não está funcionando”, afirmou Hadjar, deixando claro que a situação precisa ser corrigida para que a equipe possa melhorar seu desempenho nas largadas.
Mekies reconheceu que a equipe ainda tem muito a aprender e corrigir, tanto no chassi quanto no motor. “Tivemos largadas ruins até agora nesta temporada. Isso faz parte do primeiro ano como fabricante de unidades de potência”, explicou o chefe da Red Bull, enfatizando que a unidade de potência é boa, mas a margem de erro é muito estreita, o que complica ainda mais a situação.
Com o próximo desafio programado para o GP da Áustria, que ocorrerá entre 26 e 28 de junho, a Red Bull precisará abordar essas questões críticas para almejar um desempenho mais consistente nas corridas. A pressão sobre a equipe aumenta à medida que outras equipes, como a Mercedes, demonstram evolução nas largadas, o que coloca a Red Bull em uma situação desafiadora enquanto busca soluções para suas dificuldades.








