Investigação sobre distância no safety car não resultou em penalidade
Após a conclusão do GP de Mônaco de Fórmula 1, os pilotos Lewis Hamilton e Isack Hadjar foram alvos de apuração por parte dos comissários da prova. A investigação referia-se a uma possível infração da distância mínima obrigatória em relação ao veículo que os antecedia durante o período em que o safety car esteve em pista.
Durante a espera pela decisão dos comissários, ambos os pilotos precisaram torcer para que suas colocações no pódio não fossem alteradas. A abertura de inquérito ocorreu imediatamente após o término da corrida, com os órgãos responsáveis analisando se houve efetiva violação da regra de espaçamento definida para situações de safety car.
O anúncio de que Hadjar e Hamilton não sofreriam punição veio após essa apuração, preservando assim as posições que ambos haviam alcançado ao final da prova. Não houve, portanto, aplicação de penalidades que alterassem a classificação final do GP de Mônaco em relação aos dois pilotos investigados.
O episódio levou a atenções para a fiscalização do cumprimento das normas durante neutralizações de pista, já que a distância entre carros nesses momentos é um dos pontos frequentemente observados pelos comissários. No caso em questão, apesar da abertura de investigação, não houve sanção a ser efetivada contra Hamilton e Hadjar.
As movimentações em torno da verificação posterior à corrida mostraram a rotina de procedimentos adotada pelos oficiais da Fórmula 1 quando existe dúvida sobre o cumprimento de regulamentos por parte de competidores. No entanto, para este GP de Mônaco, a apuração terminou sem punições que impactassem o resultado final.
O desfecho deixou as posições de pódio intactas para os envolvidos e encerrou o episódio de incerteza que se seguiu ao término da prova.
Fonte: MotorSport





