O SUV de sete lugares, derivado da Hilux, será revelado na Tailândia e chega ao mercado asiático ainda este ano. Deve trazer híbrido leve 48V no diesel; produção para a América do Sul começa em Zárate em mar/abr de 2027, com chegada ao Brasil em meados de 2027.
O novo Toyota SW4 ganhou data para a estreia mundial: será revelado no dia 1º de dezembro na Tailândia, com chegada ao mercado asiático ainda este ano. O utilitário esportivo de sete lugares, derivado da picape Hilux, seguirá a nova linguagem visual da marca e deverá adotar um sistema híbrido leve (MHEV) de 48V aplicado ao motor diesel.
A produção destinada à América do Sul continuará concentrada na planta de Zárate, na Argentina, com previsão de início entre março e abril de 2027. O lançamento comercial no Brasil deve acontecer em meados do ano que vem, após a estreia da nova Hilux fabricada na mesma linha de montagem.
Externamente, o SW4 assume traços mais retos, com grade de desenho geométrico e faróis full‑LED posicionados em área superior, distanciando-se das linhas mais fluidas do modelo anterior e aproximando o utilitário do padrão retilíneo dos irmãos maiores da marca. A dianteira passa a contar com para‑choque que integra entradas de ar verticais nas extremidades e soluções para ocultar os radares de condução.
Nas laterais, a carroceria preserva a silhueta tradicional do SW4, com atualização no desenho das rodas de liga leve, que terão opções de 18 ou 19 polegadas. Na traseira, as alterações apontam para lanternas em LED de formato vertical e uma asa traseira redesenhada; o limpador do vidro foi reposicionado para a base da vigia, embora a camuflagem das unidades de teste ainda esconda contornos finais da tampa do porta‑malas.
O conjunto mecânico combinará o conhecido motor quatro cilindros 2.8 turbodiesel com um sistema híbrido leve (MHEV) de 48V. O sistema entrega 204 cv de potência e 51,0 kgfm de torque, trabalhando sempre acoplado ao câmbio automático de seis marchas e à tração 4×4. O pequeno motor elétrico atuará apenas como gerador, aliviando o esforço do motor a combustão em acelerações e recuperando energia nas frenagens, o que deve resultar em melhoria moderada nos índices de consumo e emissões do utilitário.
Embora mercados asiáticos avaliem versões com propulsores a gasolina de quatro cilindros (2.4 ou 2.7), a operação sul‑americana manterá o foco no motor diesel, seguindo a mesma mecânica prevista para a nova Hilux produzida na Argentina. Internamente, o modelo promete avanços ergonômicos e tecnológicos, com central multimídia flutuante de 12,3 polegadas e quadro de instrumentos digital do mesmo tamanho.
O volante adotará o formato visto no Land Cruiser Prado, os bancos ganharão ventilação e comandos elétricos redesenhados. Apesar da ênfase nas telas, o modelo manterá botões físicos dedicados ao controle da climatização de duas zonas e o teto solar panorâmico. No pacote de segurança ativa, haverá oferta de nível 2 de condução autônoma (ADAS), com câmeras no topo do para‑brisa e radares frontais ocultos para gerenciar controle de cruzeiro adaptativo, assistente de permanência em faixa e frenagem autônoma de emergência.








