A Volkswagen confirmou oficialmente a chegada da linha 2027 do T-Cross, que traz como destaque a adoção de um novo câmbio automático de oito marchas. Essa atualização irá beneficiar as versões equipadas com o motor 1.0 turbo, que entrega 128 cv e 20,4 kgfm de torque. A nova transmissão AQ300, que até então era exclusiva do modelo Taos, promete melhorar o desempenho e a eficiência do SUV.
A versão de entrada Sense agora oferece um pacote opcional denominado Urban, que inclui itens como câmera de ré e rodas de liga leve de 17”. Apesar da adição, a Volkswagen optou por manter o preço base do T-Cross Sense em R$ 119.990, garantindo que o modelo continue elegível para isenções de impostos para Pessoas com Deficiência (PCD).
Além da versão Sense, as outras configurações do T-Cross também receberam melhorias. A versão 200 TSI agora conta com chave presencial, partida do motor por botão, sensor de estacionamento dianteiro e volante com revestimento sintético. Já a configuração Comfortline traz faróis de LED com luzes de posição no para-choque inferior, retrovisor interno antiofuscante automático e acionamento automático dos limpadores de para-brisa.
Os preços da linha Volkswagen T-Cross 2027 foram estabelecidos da seguinte forma:
T-Cross Sense 200 TSI: R$ 119.990
T-Cross 200 TSI: R$ 152.890
T-Cross Comfortline 200 TSI: R$ 173.790
T-Cross Highline 250 TSI: R$ 186.290
T-Cross Extreme 250 TSI: R$ 193.490
As versões Highline e Extreme, que mantêm o motor 1.4 de 150 cv e 25,5 kgfm, não receberam novidades e continuam com a transmissão automática de seis marchas. A Volkswagen não anunciou alterações significativas para essas variantes, que permanecem com a mesma estrutura de motorização.
A introdução do câmbio de oito marchas no T-Cross busca proporcionar uma experiência de condução mais agradável, com a capacidade de trabalhar com relações mais longas em velocidades de cruzeiro. Essa mudança promete reduzir o giro do motor em rodovias, o que não apenas melhora o conforto acústico, mas também contribui para uma eficiência energética superior. Os ganhos no consumo de combustível urbano são de até 7% com gasolina e 5% com etanol, uma melhoria significativa em relação ao modelo anterior.







