A Turismo Nacional (TN) desembarca no renovado Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Goiânia, após um hiato de anos. O autódromo receberá a segunda etapa do Campeonato Sprint, em programação conjunta com a Stock Car e com a Stock Light, com treinos e classificação na sexta-feira, 15, duas corridas no sábado, 16, e mais duas no domingo, 16 e 17.
E para o final de semana o piloto Victor Manzini, do Peugeot 208 #34, que nesta temporada passou a correr na categoria A da TN, alimenta expectativas positivas, baseadas em boas recordações daquele circuito. Goiânia foi a pista em que ele estreou em automobilismo, na categoria B da TN, na primeira etapa de 2024, dividindo um New Onix com Renato Turelli em uma prova de endurance de três horas, e onde foi aos quatro pódios do Campeonato Sprint, na sétima etapa daquele ano, em novembro, com o Peugeot 208.

“Vamos voltar para uma pista de que eu gosto. Não é fácil, mas não é um bicho de sete cabeças. É bem legal andar lá. E agora, com o autódromo reformado, com asfalto novo, provavelmente vamos baixar os tempos em relação a 2024. A pista teve uma alteração na Curva do Esse, de baixa, mas não muita, o conceito é o mesmo. Deve estar impecável e acho que vai ser muito bom correr em Goiânia”, diz o piloto paulistano de 18 anos da Equipe Roberto Manzini Centro Pilotagem, patrocinado pela Manzini Blindagens e pela Autlog.
Aprimoramento
Para melhorar o desempenho, Victor aproveitou o trabalho de instrutor na principal escola brasileira de pilotagem esportiva e direção defensiva, evasiva e policial conduzida por Roberto Manzini, chefe da Equipe Manzini e seu pai, para andar muito no simulador. Combinou ainda a rotina de treinos com aprimoramento físico para suportar melhor a prova Sprint.

Na parte técnica, a equipe Manzini se empenhou no preparo do Peugeot 208 #34, desenvolvendo algumas ideias para deixar o carro mais competitivo que serão testadas a partir de sexta-feira. “Goiânia é uma pista que exige muito dos freios, principalmente por causa das Curvas 1 e 2. Na estreia, em 2024, a prova de endurance foi bem desafiadora. Sofremos bastante com pastilhas. Ter que trocar pastilhas de freio em cinco minutos no meio da corrida é complicado. Já nas provas sprint não precisamos nos preocupar muito com isso. Cada corrida tem meia hora, e depois a gente revisa o freio com tranquilidade”, comenta o piloto, que já correu em Goiânia de New Onix e de Peugeot 208. Apreciou mais a performance do Peugeot 208.





