A parada em Balcarce ampliou a visita ao Museu Fangio para incluir oficinas, ateliês e restaurações locais. A expedição conferiu projetos da Crespi Competicón e viu carros ligados a 'Senna'.
A expedição rumo à Autoclásica, em Buenos Aires, fez uma parada prolongada em Balcarce, cidade natal de Juan Manuel Fangio e um dos centros do automobilismo argentino. O trajeto inicial previa apenas uma visita ao Museu Fangio, mas a programação acabou se ampliando, incluindo passagens por locais e projetos ligados à história e à prática do automobilismo na região.
Balcarce foi apresentada como um polo com forte tradição automotiva, onde além do museu há oficinas, ateliês e iniciativas de restauração que mantêm viva a memória do esporte. A visita ao Museu Fangio foi mantida no roteiro original e serviu de ponto de partida para a imersão em acervos e trajetórias que marcaram a história da velocidade no país.
No desdobramento da viagem, a comitiva conheceu a estrutura da Crespi Competicón, referência local em projetos de competição e preparação. A parada na Crespi apresentou veículos de caráter esportivo e componentes voltados para a pista, reforçando a diversidade de soluções técnicas praticadas no país. O contato com instalações e carros permitiu observar detalhes de preparação e abordagem mecânica típicos de pequenas fabricantes e equipes regionais.
Outro destaque do roteiro foram os chamados carros de “Senna”, presentes no contexto das exibições e encontros visitados. Um desses veículos chegou a ser alinhado para andar em pista durante a programação, o que acrescentou uma demonstração dinâmica ao conjunto de exposições estáticas. O episódio evidenciou o interesse por manter carros históricos e réplicas em funcionamento, com procedimentos de segurança e logística coordenados para circulação em circuito.
A sequência de visitas ofereceu um panorama que combinou preservação histórica e prática contemporânea do automobilismo argentino: museus, oficinas, projetos independentes e demonstrações em pista. Esse mix permitiu avaliar não só peças e modelos, mas também metodologias de restauro, adaptação técnica e operação em ambiente de competição.
Ao final da parada em Balcarce, a expedição seguiu para Buenos Aires com destino à Autoclásica, carregando observações e material que enriqueceram a cobertura sobre a relação entre memória automobilística e iniciativas atuais de preservação e competição.





