Holanda, Japão, Suécia e Tunísia revelam gostos bem distintos nas pistas e nas garagens. Descubra quais modelos lideram as vendas em cada nação que disputa o Mundial.
O Grupo F da Copa do Mundo, que compreende Holanda, Japão, Suécia e Tunísia, apresenta um cenário diversificado em termos de mercado automotivo. Cada um desses países possui suas peculiaridades e preferências que influenciam diretamente as vendas de veículos. Entre os destaques, surgem marcas como Honda e Volvo, que se juntam a Škoda e Kia, que estão retornando às listas de carros mais vendidos.
No contexto holandês, o carro mais vendido é o Škoda Elroq, um SUV médio elétrico que é uma versão menos extravagante do Volkswagen ID.4. Com um design discreto, o Elroq pode facilmente ser confundido com um veículo de combustão interna por aqueles que não estão familiarizados com suas origens. A história automotiva da Holanda é rica, tendo sido o lar da DAF, conhecida por suas inovações como o câmbio CVT, embora atualmente se concentre na produção de caminhões, enquanto a sede da Stellantis também está localizada no país.
Em terras japonesas, o mercado é dominado pelos chamados kei cars, que são subcompactos urbanos regulamentados em tamanho e potência. O modelo mais vendido em 2025 foi o Honda N-Box, uma minivan que, apesar de suas dimensões compactas de 3,39 metros, oferece um interior surpreendentemente espaçoso, capaz de acomodar confortavelmente até quatro adultos. O N-Box é famoso por suas portas traseiras corrediças e pelo sistema modular Magic Seat, que proporciona flexibilidade e praticidade.
Na Suécia, a Volvo continua a ser a única montadora de carros sueca significativa após o fim da Saab. O XC60, um SUV que recebeu um facelift em 2025, se destaca como o modelo mais vendido no país. Este veículo, que já se consolidou como o carro mais vendido na história da Volvo, mantém sua popularidade entre os suecos, mesmo com a mudança de foco da marca para a produção de automóveis elétricos.
Por fim, na Tunísia, o Kia Picanto brilha como um dos carros mais vendidos. Embora o modelo tenha encontrado desafios no Brasil devido ao aumento de impostos de importação, sua popularidade persiste em outros mercados. O Picanto é produzido em quatro países e importado para a Tunísia, onde é reconhecido por sua eficiência e praticidade, mesmo em sua terceira geração, que teve uma breve passagem pelo Brasil em 2018.








