A fabricante afirma que o CVT captura resíduos por três meios: filtro interno, filtro do trocador de calor e ímã no cárter. Por isso não estabelece prazo fixo para trocas preventivas.
A Honda esclareceu o motivo pelo qual não recomenda a troca dos filtros presentes em seu câmbio CVT. Diferente de transmissões automáticas convencionais que demandam manutenções programadas, a fabricante japonesa não indica a substituição preventiva desses componentes.
Segundo a Honda, o sistema CVT é equipado com três métodos eficazes de coleta de resíduos: um filtro interno, um filtro do trocador de calor e um ímã localizado no cárter. Importante notar que não há um prazo definido para a troca desses componentes, o que caracteriza uma abordagem diferenciada em relação à manutenção.
A engenharia da Honda destaca que os filtros são projetados como componentes “long life”, ou seja, têm uma vida útil que abrange todo o ciclo de vida da transmissão. Isso implica que os materiais utilizados nos sistemas de retenção possuem capacidade de armazenamento adequada para evitar a saturação ao longo do uso do veículo.
De acordo com informações da fabricante, a substituição dos filtros só é necessária quando a caixa CVT é desmontada para realizar algum tipo de manutenção interna. Essa estratégia não apenas minimiza os custos para os proprietários, mas também evita intervenções desnecessárias que poderiam comprometer a eficiência do sistema.
Com essa abordagem, a Honda busca oferecer maior confiabilidade e economia aos seus clientes, ao mesmo tempo em que mantém a eficácia do sistema de transmissão. A decisão de não exigir a troca preventiva dos filtros é um reflexo do compromisso da marca com a durabilidade e a performance de seus veículos, especialmente em um mercado cada vez mais exigente em termos de manutenção e custo-benefício.





