A última segunda-feira, 18, foi data da convocação de Carlo Ancelotti para a copa do mundo, em evento no Museu do Amanhã. E a Volkswagen, patrocinador da seleção brasileira, aproveitou o evento para mostrar mais da Tukan, sua principal aposta este ano, e que deve chegar ser revelada ainda em 2026 no mercado nacional, com vendas provavelmente para 2027.
A Volkswagen planeja trazer a picape para, numa tacada só, substituir a Saveiro e ainda concorrer com a Fiat Toro. As linhas finais, inclusive, foram apresentadas – ainda que de forma camuflada – no evento da seleção. Inclusive, ela já vem alto índice de nacionalização, segundo informou Ciro Possobom, CEO da VW, ao portal Motor1 no evento. “Nosso primeiro modelo eletrificado, 100% desenvolvido e produzido aqui, já nasce com 76% de peças nacionais, fortalecendo a indústria nacional e gerando riqueza em toda a cadeia”. Ela já será opções eletrificadas e, para acelerar o desenvolvimento, fará uso da plataforma MQB.

A picape sairá da planta paranaense de São José dos Pinhais e e estreará um novo conjunto MHEV de 48V, tal como no Jeep Renegade. Com motor 1.5 turbo, o sistema híbrido-leve equipará ao menos as versões mais caras. Este 1.5 é uma evolução do atual 1.4 TFSI encontrado no Taos, com quatro cilindros, turbo e injeção direta, além de poder nascer já flex. O conjunto híbrido, no entanto, visa mais eficiência energética, redução de emissões e diminuição de consumo que, necessariamente, ganhos de potência e torque.
Mais de um motor
Como a tendência da Tukan é de substituir a Saveiro, a expectativa é de que ela receba outros propulsores em versões mais simples. Dessa forma, o o atual 1.0 170 TSI do Tera com câmbio automático de 6 marchas surge como uma opção para as configurações intermediárias e, com até 116 cv e 16,8 kgfm de torque, pegaria desde opções mais caras da Fiat Strada, podendo até mesmo “roubar” compradores da Chevrolet Montana e de versões mais básicas da Fiat Toro.
Como terceira opção de motorização, viria o atual MSI 1.6 16V aspirado, veterano na linha volks, aliado a transmissão manual para as versões mais básicas e voltadas para o trabalho e com foco pricnipalmente em aplicações empresariais e de produtores rurais. Ou seja, há sim a possibilidade de haver uma Tukan “basicona” de carroceria de cabine simples carroceria de cabine simples.

Outro ponto que foi pensado é na simplificação da parte mecânica. A Tukan deve usar o conjunto de eixo traseiro rígido e feixe de molas, tal qual a Strada e que a própria Volks já usa na Amarok, mas que será a primeira dentro dos “Volkswagen MQB” com essa configuração, assim como os freios a tambor no eixo traseiro.
Tecnologia
Por outro lado, se haverá simplificação em partes da mecânica, a tecnologia terá refino a depender da versão. As configurações mais caras, com o motor 1.5 turbo híbrido leve, deve receber o pacote ADAS. A unidade exposta no evento da CBF tinha câmeras e radares. Ou seja, dá para esperar pelo menos um alerta de colisão frontal com frenagem autônoma de emergência devem marcar presença, enquanto o controle de cruzeiro adaptativo (ACC) também é possível.






