O mercado brasileiro registrou 1.407.911 motocicletas emplacadas entre janeiro e agosto de 2025, incremento de 12,31% sobre igual período de 2024, de acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) divulgados nesta quarta-feira (3).
Apenas em agosto, foram 185.454 unidades, ante 163.884 no mesmo mês do ano passado. Em relação a julho deste ano (193.161), houve recuo de 3,99%.
Segundo o presidente da Fenabrave, Arcelio Junior, a desaceleração mensal está ligada à “queda na produção de motos, provocada pela paralisação das montadoras que fazem manutenção em seu parque fabril”. Apesar disso, a entidade mantém projeção de recorde anual de emplacamentos. Hoje, as motocicletas respondem por mais de 40% de todos os veículos licenciados em 2025.
As 10 motos mais vendidas até agosto
Com mais de 300 mil unidades, a Honda CG 160 segue como a moto preferida do país. Veja o ranking acumulado:
1º Honda CG 160 – 309.435 unidades
2º Honda Biz – 175.310
3º Honda Pop 110i – 149.597
4º Honda NXR 160 Bros – 127.247
5º Mottu Sport 110I – 62.679
6º Yamaha YBR 150 – 45.098
7º Honda CB300F – 42.888
8º Honda PCX 160 – 35.691
9º Yamaha Fazer 250 – 29.211
10º Honda Sahara 300 – 28.099
Desempenho em agosto
No recorte mensal, a Honda CG 160 também liderou, com 41.456 emplacamentos. A Shineray XY 125 entrou no top 10, tirando a Yamaha Lander 250 da lista. Confira as mais vendidas em agosto:
1º Honda CG 160 – 41.456 unidades
2º Honda Biz 125 – 21.493
3º Honda Pop 110i ES – 17.111
4º Honda NXR 160 Bros – 16.317
5º Mottu Sport 110I – 9.778
6º Yamaha YBR 150 – 7.702
7º Honda CB 300F Twister – 5.636
8º Honda PCX 160 – 4.474
9º Yamaha Fazer 250 – 4.207
10º Shineray XY 125 – 3.914
Participação das marcas
De janeiro a agosto, a distribuição de mercado ficou assim:
Honda: 67,03%
Yamaha: 14,38%
Shineray: 5,82%
Mottu: 4,45%
Avelloz: 1,44%
Royal Enfield: 1,39%
Bajaj: 1,19%
Haojue: 1,01%
BMW: 0,65%
Triumph: 0,62%
Vendas de motos elétricas
Os modelos elétricos somaram 6.246 emplacamentos nos primeiros oito meses de 2025, alta de 32,33% frente às 4.720 unidades contabilizadas até agosto do ano anterior. Para Arcelio Junior, “há reação com novas marcas e serviços, embora ainda existam entraves de autonomia e preço para o público profissional”.
Com informações de g1.globo.com





