Ford confirmou: a Transit City chega ao Brasil em três versões — furgão normal, furgão alto e chassi-cabine — voltadas para entregas urbanas. Lançamento previsto para o 2º semestre de 2026.
A Ford confirmou que a Transit City, van elétrica desenvolvida para operações de entrega urbana, chegará ao mercado brasileiro em três configurações: furgão com teto normal, furgão com teto alto e chassi-cabine. O modelo foi anunciado para o Brasil em maio e tem lançamento previsto para o segundo semestre de 2026.
A confirmação das versões nacionais foi feita nesta segunda-feira (14), no mesmo dia em que a Transit City chassi-cabine faz sua estreia mundial no IAA Transportation 2026, em Hannover, na Alemanha. A apresentação da variante chassi-cabine amplia o alcance comercial da família ao permitir a instalação de diferentes implementos para frotas, como baús refrigerados ou plataformas de serviço.
Versões destinadas a frotas urbanas
- Furgão teto normal: configuração prevista para operações urbanas com foco em entregas de last mile.
- Furgão teto alto: oferece maior volume útil de carga em relação à versão de teto normal.
- Chassi-cabine: permite a customização por implementadores, atendendo aplicações específicas como refrigeração ou serviços móveis.
Na Europa, onde a van também será comercializada, as carrocerias equivalentes são identificadas como L1H1 e L2H2, com capacidades de carga de 1.085 kg e 1.275 kg, respectivamente. A Ford ainda não divulgou as especificações técnicas finais das versões brasileiras; esses dados serão detalhados mais perto do lançamento nacional.
Nos dados apresentados em maio para o programa global da Transit City constavam elementos do sistema de propulsão: bateria de fosfato de ferro-lítio (LFP) com 56 kWh, motor elétrico dianteiro de 110 kW (equivalente a 150 cv) e autonomia estimada em 250 km. A recarga em corrente contínua tem potência máxima de 87 kW, permitindo elevar o estado de carga de 10% a 80% em cerca de 30 minutos.
A escolha por um pacote de baterias de capacidade moderada foi justificada pela própria fabricante com base no perfil operacional desse segmento: segundo a fabricante, a maior parte das vans desse porte roda menos de 110 km por dia, o que torna desnecessário — e mais oneroso — um conjunto de maior capacidade para a maioria das operações urbanas.
As informações confirmam a estratégia da montadora de oferecer alternativas específicas para frotas urbanas, priorizando eficiência operacional e custo total de propriedade. Detalhes comerciais, variações de acabamento e tabelas de capacidade de carga para o mercado brasileiro serão divulgados em comunicados posteriores, conforme o cronograma de lançamento para o segundo semestre de 2026.





