Emerson Fittipaldi explica motivos da aposentadoria e destaca 1978 como melhor temporada da Copersucar
Emerson Fittipaldi, bicampeão mundial de Fórmula 1 em 1972 e 1974, explicou os motivos que o levaram a abandonar a categoria em 1980. Após encerrar a carreira como piloto de equipes tradicionais, Fittipaldi passou a liderar uma iniciativa própria ao fundar a equipe Copersucar-Fittipaldi em 1975, competindo pela escuderia que criou entre 1976 e 1980.
O ex-piloto afirmou que a temporada de 1978 representou o ponto alto do projeto brasileiro na Fórmula 1, apontando-a como o melhor ano da equipe. Na avaliação de Fittipaldi, fatores ligados à evolução da categoria influenciaram sua decisão de se aposentar: segundo ele, perdeu-se a chamada “arte de pilotar”, expressão usada para justificar sua saída da principal categoria do automobilismo mundial.
Fittipaldi, que conquistou os títulos mundiais em 1972 e 1974 antes de assumir a gestão e a pilotagem da própria equipe, manteve-se como figura central da Copersucar-Fittipaldi ao longo dos anos em que a organização competiu na F1. A experiência de gerir uma escuderia e de permanecer como piloto-proprietário marcou o período de 1976 a 1980, quando encerrou sua trajetória na categoria.
A declaração reforça a visão pessoal do bicampeão sobre as mudanças percebidas nas técnicas e na condução das corridas ao longo do tempo, que, segundo ele, comprometeram aspectos que considerava essenciais da pilotagem. O episódio de sua aposentadoria em 1980 e a menção à temporada de 1978 como o ápice do projeto brasileiro são parte do relato de Fittipaldi sobre sua passagem pela Fórmula 1 como piloto e dirigente.
Fittipaldi permanece como uma das figuras históricas do automobilismo brasileiro e mundial, lembrado tanto por seus dois títulos quanto pela iniciativa de criar e conduzir uma equipe própria na elite do esporte.
Fonte: MotorSport





