O Grande Prêmio do Japão de 2026 marcou a primeira ocasião na temporada em que o pódio foi ocupado sem a presença simultânea dos dois pilotos da Mercedes, desconsiderando a corrida sprint realizada na China.
O resultado chamou atenção justamente pela consistência mostrada pelo W17 ao longo do ano, um carro que vinha demonstrando bom desempenho em etapas anteriores. Apesar desse histórico de potencial, a etapa japonesa trouxe um desfecho incomum para a equipe, interrompendo a sequência de pódios com ambos os seus pilotos.
Trata-se de uma estatística considerada curiosa diante das expectativas geradas pelo pacote técnico da Mercedes até o momento da temporada: embora o W17 tenha mostrado-se competitivo em diversas ocasiões, a composição do pódio no Japão não contou com os dois representantes da escuderia. A única exceção anterior a essa ocorrência foi a corrida sprint na China.
O episódio no Japão evidencia uma variação nos resultados obtidos pela equipe ao longo da temporada, sem, contudo, alterar os números já observados sobre o desempenho do W17 em corridas anteriores. A presença ou ausência de ambos os pilotos da Mercedes no pódio passa, a partir desta prova, a figurar como um ponto de atenção sobre a regularidade dos resultados da equipe durante o campeonato de 2026.
O desfecho do GP do Japão serve, portanto, como registro pontual de uma corrida em que a configuração final do pódio fugiu ao padrão verificado até então pela escuderia, mantendo-se como dado relevante no acompanhamento da evolução do campeonato.
Fonte: MotorSport





