As versões Comfort e High passam a ter o conjunto do T-Cross: 1.0 turbo flex de até 128 cv (etanol) e 116 cv (gasolina), com torque de 20,4 kgfm. Vendas começam em outubro; preços serão divulgados então.
O Volkswagen Tera ganhou um importante reforço na linha 2027 para encarar novos concorrentes como Hyundai i20 e Jeep Avenger. As versões mais caras do modelo, Comfort e High, passam a ter o mesmo conjunto mecânico do T-Cross, com motor 200 TSI e câmbio automático de oito marchas. As vendas começam em outubro, quando os preços serão revelados.
Trata-se exatamente do mesmo conjunto do “irmão” maior, ou seja, um motor 1.0 turbo flex de até 128 cv de potência quando abastecido com etanol e 116 cv com gasolina. O torque é de 20,4 kgfm, independente do combustível utilizado. Complementa o câmbio automático de oito marchas.
Como comparação, os Tera Comfort e High atuais utilizam o 170 TSI, com 116/109 cv (etanol/gasolina) e 16,8 kgfm. O câmbio tem seis marchas. Essa diferença nominal de potência e torque indica que a atualização para o 200 TSI tende a melhorar as respostas em acelerações e retomadas, sobretudo em cenários de uso urbano e rodoviário com carga e ocupantes, embora dados oficiais de desempenho ainda não tenham sido divulgados.
A marca ainda não divulga dados de desempenho e consumo, mas é possível esperar boas evoluções, em especial para o desempenho. Sobre preços, a marca promete surpresas — com discreto ou nenhum acréscimo. A definição dos valores será apresentada em outubro, quando as vendas do Tera 2027 terão início.
Também não há informações sobre mudanças de equipamentos para a linha 2027 do Tera, mas as chances são remotas. No restante da gama, o SUV compacto deverá seguir equipado com o atual motor 170 TSI na versão que leva o mesmo nome do propulsor, que tem câmbio manual de cinco marchas. A configuração de entrada também deve seguir com o 1.0 aspirado de 84/77 cv (etanol/gasolina) e 10,3/9,4 kgfm, e câmbio manual.
Do ponto de vista de mercado, a adoção do motor 200 TSI e do câmbio de oito marchas nas versões intermediárias e altas coloca o Tera em posição mais competitiva frente a rivais do segmento, oferecendo uma combinação de tecnologia de sobrealimentação e transmissão com mais relações de marcha, o que costuma traduzir-se em maior refinamento e eficiência de uso em diferentes faixas de velocidade. Aguardam-se os números oficiais de consumo e desempenho e a definição de preços para confirmar o impacto da mudança na atratividade comercial do modelo.







